quinta-feira, 5 de maio de 2011

É preciso investir na educação da era digital

Internet na educação pode garantir mais interesse dos alunos pelas aulas

Saiba como usar a internet na educação, usar o Second Live e muito mais

Estamos na era digital, com as tecnologias a um passo no nosso alcance. Os celulares, computadores, internets, ipads, tablets e outros meios que vieram para ser um agregado as nossas vidas. Mas só existir esses meios, não basta. É preciso conhecer sobre a globalização, internet, e até mesmo a teoria comportamental da sociedade perante essas tecnologias.

Se você se interessou sobre o assunto, é comunicador, pedagogo ou procura saber dos conceitos teóricos da educação para era digital, então não pode ficar de fora do curso Educação para Era Digital.

Em 80 horas é possível explorar as potencialidades e possibilidades dos ambientes virtuais, incluindo Second Live, Teorias da Aprendizagem aliando-se ao uso da Internet, hipertexto, como usar a internet na educação e muitas outras informações que vão tornar o aprendizado pelas tecnologias muito mais interessante.

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Melhores vídeos do Festival do Minuto 2010

Foram selecionados 45 filmes para compor os melhores do ano de 2010 e eles serão exibidos durante a Virada Cultural Paulista 2011, que acontece nos dias 14 e 15 de maio. Lista completa aqui!

Selecionei alguns que mais gostei!!!

Como Fazer Uma Novela Mexicana

terça-feira, 3 de maio de 2011

Videoclipes - tema e edição livre

Exercício: Exercitar noções de edição, fazendo um videoclipe com trecho de música escolhido pelo grupo. Tema e edição livre.

Turma: 1º ano do E.M.

Alunos: Augusto, Nicolas e Tobias



Alunas: Julia e Milena



Alunos: Luiz e Sophia



10 planos em vídeo

Exercício: Compor no mínimo 10 planos cinematográficos (do geral ao detalhe) em uma ação/história/cena que seja clara e contínua. Edição livre.

Turmas: 8º e 9º anos

Vídeo "O menino do livro" das alunas Renata e Clara: Aqui
Vídeo "Massacre" da aluna Camila: Aqui

Vídeo "Encontrando velhos amigos" dos alunos Frederico, Victória e Jéssica



Vídeo "O cadarço" da aluna Helena



Vídeo "Malhação - O assassinato" dos alunos Bruno, Félix, Matheus B. e Luciano




Vídeo do aluno Matheus Henrique

Faz sentido usar um iPad como ferramenta de ensino no Brasil?

Gizmodo Brasil (Fonte)


O que começou nos EUA em várias escolas no início do ano letivo rapidamente chegou ao Brasil: colégios, faculdades e cursinhos pré-vestibular estão oferecendo tablets – em geral o iPad – para atrair alunos, prometendo o ensino do futuro ao colocar todo o conteúdo do curso dentro do tablet de nove polegadas. Mas qual será o real objetivo de usar um dispositivo como esse nas salas de aulas, pelo menos nos dias de hoje?

Hoje, um cursinho de Campinas, no estado de São Paulo, anunciou que todos os alunos ganharão um iPad para o curso, e após o término do ano letivo poderão ficar com ele. Eba! O único chato é que a mensalidade aumentou 50%: para um ano de cursinho no Integral, os pais pagarão R$17.700, ou 12 macias prestações de R$1.745. Ontem foi a vez da faculdade Estácio anunciar que os alunos receberão tablets com Android, mas nenhum detalhe sobre aumento de preço ou modelo foi especificado.

Se a discussão é polêmica nos EUA, aqui no Brasil a sensação é ainda mais aguda. O aumento nas mensalidades é óbvio – se cada pessoa numa classe de 30 alunos receber o iPad mais básico (R$1.649), são R$50 mil reais na conta da instituição – e parece muito mais simples comprar um tablet à parte do que se sentir atraído pela escola pela “doação” no fim do ano.

Na parte do ensino, a presença do iPad – ou de qualquer outro tablet – é altamente discutível. O Integral disse que escaneou todas as apostilas e as colocou no formato PDF no iPad. Sério mesmo que um aparelho com tantas possibilidades de formas diferentes de ensino será usando para ler míseros livros escaneados? E quem disse que todo aluno irá se acostumar a ler páginas e mais páginas numa tela de LCD?

Como bem frisa Nilbo Nogueira à Folha, é “fantástico” ter uma ferramenta assim, mas o que fazer com ela? E, principalmente, quais são as vantagens de um tablet em relação a um notebook nesta situação?

A conclusão parece simples: os tablets podem ser revolucionários, mas ainda são uma tecnologia embrionária. Isso significa que eles ainda têm suas limitações e não há no momento nenhum tipo de conteúdo voltado para educação e ensino que possa ser utilizado pelas escolas (ok, a não ser o leitor de PDF). Além do mais, focar em uma só atividade do iPad é algo terrível de se fazer. Há vários aplicativos, brincadeiras e besteiras no caminho – e não duvide da habilidade dos alunos de desbloquear a App Store durante as aulas.

Além do mais, como nosso review do iPad deixou claro, o tablet é uma ótima ferramente de consumo de conteúdo. Leitura de livros que cairão no vestibular? Ótimo. Agora escrever redações, resolver problemas matemáticos e terminar aquele trabalho de biologia de última hora… Isso não será feito no iPad, nem mesmo com o teclado físico vendido separadamente. Ou seja, o aluno continuará tendo cadernos, talvez até livros – ou vão escanear obras com direitos autorais também? – e o tablet será mais um peso naquela mochila rasgada.

No fim das contas, Nilbo Nogueira acaba tocando no ponto crucial de toda a polêmica: seria a escolha das instituições de ensino por tablets uma grande jogada de marketing?

domingo, 20 de março de 2011

A partir de 2012, alunos terão quatro anos de Ensino Médio

Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/educacao/noticias/42325/a-partir-de-2012-alunos-terao-quatro-anos-de-ensino-medio

O Ensino Médio é uma das etapas decisivas na vida escolar de um estudante. É a hora de aproveitar ao máximo para se preparar para o vestibular e escolher que carreira seguir. Pensando em dar oportunidade aos futuros profissionais, o Estado de São Paulo implantará, a partir de 2012, um curso técnico/profissionalizante.


Quem optar em realizar o curso profissionalizante concluirá os estudos em quatro anos, já que as aulas serão simultâneas entre o ensino geral e o técnico. O secretário de Estado da Educação, Herman Voordwarld, declarou que não será necessário fazer vestibulinho para ingressar em um dos cursos.

“Com a implantação do ensino técnico, o Estado volta a qualificar mão de obra já no Ensino Médio”, afirma a pedagoga e tutora do Portal Educação, Emileide Costa.

Ainda este ano serão firmados convênios com 28 unidades de ensino técnico do Governo Federal que estão localizadas no Estado de São Paulo, com o intuito de atender cada vez mais estudantes.

Cerca de 5.600 alunos serão atendidos com os convênios firmados do Governo Federal, porém este número de vagas pode ser aumentado caso haja parcerias com USP, Unicamp e Unesp, por exemplo.

Escola ensina crianças como funciona tecnologia do dia-a-dia

Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra

Quantas vezes pais ja não se depararam com aquela pergunta cabeluda da criança sobre como funciona isso ou aquilo? Nem sempre é fácil explicar o funcionamento das coisas, mesmo que ela faça parte do cotidiano. Mas já há no País escolas com essa abordagem, na tentativa de apresentar o mundo aos pequenos.

Internacionalmente conhecida como uma escola que ensina tecnologia, a FasTracKids não busca formar experts em informática nem nerds prodígios. "Para nós, adultos, tecnologia é a última geração de computadores. Mas, para as crianças, tecnologia vai desde o funcionamento dos óculos até como funciona um aspirador de pó", explica Marlene Sauko, dona de uma franquia no bairro de Campo Belo, na capital paulista, sobre a iniciativa que baseia a aprendizagem nos avanços tecnológicos.

O curso é destinado a meninos e meninas de 2 a 8 anos e incentiva a aprendizagem de maneira divertida e interativa. Assim, a criança desenvolve a criatividade e o pensamento crítico. "O que eles vendem não é um conteúdo didático, é uma forma de aprender. O conhecimento vem como suporte", conta Camila Pereira, mãe de Gabriel, 4 anos, que há um mês participa das aulas.

Ela queria colocar o filho em uma atividade extra-curricular que fosse além de um passatempo, que trabalhasse questões cognitivas. E, claro, que potencializasse a curiosidade nata de Gabriel. "Na escola, motivam o interesse da criança em pesquisar, em resolver problemas. E o Gabriel aprende rápido, então resolvemos estimular essa habilidade", diz.

Em um mês de aula, o filho de Camila já levou para casa desde dentes de tubarão feitos de massinha até o aparelho digestivo humano feito com sacola plástica e bolacha triturada. "As atividades são bastante visuais, é mais fácil de assimilar", diz a mãe.

Depois de cada tarde - são duas horas por semana na escola -, a criança leva consigo um relatório com os conteúdos trabalhados, além de perguntas que os pais podem fazer durante a semana para o aluno, para lembrar o que foi ensinado.

Para Marlene, os pais que procuram a escola costumam estar preocupados em manter seus filhos conscientes sobre o mundo à sua volta. Desde astronomia ate economia, são 12 disciplinas que dão conta de apresentar à criança a realidade que o cerca.

Pelo fato de as turmas serem pequenas, com uma média de oito alunos, e de não haver pressa em repassar os conteúdos por não existirem avaliações, Marlene considera o FasTracKids o lugar mais adequado para esse tipo de aula.

"No colégio tradicional, o conhecimento não é passado da mesma maneira com que apresentamos. É outro enfoque." A ideia do curso não é tirar notas boas, é preparar para o mundo. E os pais que colocarem os filhos nessas aulas vão ter que se acostumar com frases como essa, que Marlene já ouviu: "Olha, é como o solo lunar!", quando a criança olhou para uma rua toda esburacada.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4994521-EI8266,00.html